blog do(a) Mary Trujillo

Amo!

Prosa e poesia

Amo!
Marilena Trujillo

Amo tua voz suave, aliciante!
Amo tua saudade de mim!
Teu cheiro de brisa embriagante,
Teu toque de macio cetim!

Amo a chuva que molha teu corpo,
Amo teus olhos que denotam tristeza,
Teu hálito fresco que sedenta absorvo,
Amo dos teus gestos... a delicadeza!

Amo o dia que nos conhecemos!
Amo tua presença iluminada!
Amo todos os dias que vivemos,
Que seguimos pela mesma estrada!

Amo... Meu amor! Eu te amo!...
Amo hoje e amanhã amarei mais!
Esse amor lindo, grito... Proclamo!...
És o resumo dos meus ideais!...

Amo teu atraente cabelo grisalho...

Amo!

Prosa e poesia

Amo!
Marilena Trujillo

Amo tua voz suave, aliciante!
Amo tua saudade de mim!
Teu cheiro de brisa embriagante,
Teu toque de macio cetim!

Amo a chuva que molha teu corpo,
Amo teus olhos que denotam tristeza,
Teu hálito fresco que sedenta absorvo,
Amo dos teus gestos... a delicadeza!

Amo o dia que nos conhecemos!
Amo tua presença iluminada!
Amo todos os dias que vivemos,
Que seguimos pela mesma estrada!

Amo... Meu amor! Eu te amo!...
Amo hoje e amanhã amarei mais!
Esse amor lindo, grito... Proclamo!...
És o resumo dos meus ideais!...

Amo teu atraente cabelo grisalho...

Tudo é poesia!

Prosa e poesia

Tudo é poesia!
Marilena Trujillo

Tudo na vida é uma rica poesia...
Vem de Deus essa magia!
A plumagem do trigo é fantasia!
Poema é o anoitecer, o raiar do dia!

O poeta viaja pelos rios e cascatas,
Sonhando acordado rimando tudo.
Ouvindo da natureza belas sonatas,
Saudando as maravilhas do mundo!

Há poesia nas mãos de uma criança,
No tranquilo olhar de um idoso...
Há poesia na tristeza... Na esperança!...
No semblante de um homem bondoso!

Tudo em volta é magnifica poesia!
A chuva que molha a terra ressecada,
O sol que nos desperta e extasia...
O prazer de vencer mais uma jornada!

Dona Maria Pereira...

Prosa e poesia

Dona Maria Pereira...
Marilena Trujillo

Dona Maria Pereira...
Se abre, se mostra feito
Uma bandeira!
Se diz irresistível e altaneira...
Mas vive na maior choradeira....
Diz que o cara mentiu...
Enganou e fugiu!
Mas, cá entre nós...
Que grande purgante é ela!
E apesar dos aninhos...
Age como uma donzela!
Acho que uma melancia
Caberia muito bem nela!
Dona Maria Pereira
É pior do que carrapato...
Não larga o pé do cara...
E acha que o cara está no papo!
Basta o homem chegar
Que ela já arma o palco!
Fala bonito, faz pose...
Pra ver se consegue a todo custo...
Chamar a atenção do ingrato!...

Virtual, Não! Concreto!

Prosa e poesia

Materializado na minha tela, na minha vida,
Real nos meus dias, real no meu coração!
Primeiro e amado nome da minha lista...
Meu saboroso e irresistível doce de algodão.

Foi batendo no teclado do meu peito...
Com seus versos repletos de encantos,
Despindo-me na noite feito o vento...
Cobrindo-me de carinhos e mimos tantos.

Pelas madrugadas vamos nós dois,
Comemorando o tempo que nos une,
Sem deixar nada para amanhã ou depois,
Paixão intensa vivida, curtida amiúde...

No espaço virtual... No mundo real!...
Entre tantos beijos loucos e apaixonados,
Esquecemos do mundo perverso, brutal...

E parece que foi ontem...

Prosa e poesia

E parece que foi ontem...
Que tudo entre nós começou....
Não foi ontem... Nem anteontem,
Que esse amor bendito nos juntou!

Mas parece que foi ontem meu amor,
Que tua doce voz me encantou!
Plena de ternura e suave frescor...
Nem parece que o tempo passou!

Amo-te como no primeiro dia!
Com todo o desvelo e ardor!
Porque és a minha maior fantasia!
És da minha vida todo o sabor!

Contigo choro sem qualquer temor,
Sorrio feito uma criança... Feliz... Feliz!
Qualquer obstáculo posso transpor...
És minha bússola... Minha diretriz!...

Todos os meus diabinhos acalmas...
Todo meu mel é para ti meu amado!

Virtual ou Real???

Prosa e poesia

Não importa se este... É um mundo virtual...
É real o ser que está atrás
da tela de um computador...
É real o amor ou o ódio que
esse ser espalha!
E... Cá entre nós...
Quantos corações perversos
E mentes doentias e desconexas
Estão atrás desta telinha?
É um tal de fique com Deus!
Deus a abençoe...
E vejo a Net a cada dia mais e mais...
Ser pulverizada pelo mal...
Vejo pessoas boas serem magoadas.
Uma guerra silenciosa
De bandos daqui e de lá.
Vai despejando todo
o tipo de maldade!
Pvts e fofocas correndo
Num vai-e-vem... Transloucado...
Semeando ventos e

Sou Bruxa

Prosa e poesia

Sou bruxa... Bruxa eu sou!
Vivo entre poções e encantamentos...
Entre mistérios... Pela noite vou...
Espalhando magia e deslumbramento.
Sou a bruxa dos sonhos...
Espargindo doçura e aturdimento...
Só no olhar... Mil viagens proponho,
Para um mundo em que nada é feio ou medonho.
Sou bruxa... Sim... Sou a bruxa do amor...
Cantando suavemente na madrugada,
Para aquele bruxo... Uma romântica toada.
Sou bruxa sim, toda mulher é uma bruxa...
Que sutilmente fascina um homem...
Prendendo-o em seu feitiço e encantamento!
Sou a bruxa das mil poções e unguentos...
Soprando loucas paixões ao vento!

Não, meu senhor!

Prosa e poesia

Mais uma grande incompreensão...
Já são tantas... Tão banais e cruéis.
Mas agora... Não choro mais... Não...
Cansei de melodramas e ridículos papéis

Sei que jamais serei entendida...
Amada assim... Do jeitinho que sou...
Serei sempre o lado oposto da vida,
Aquela dama que só pecou e errou.

Para que sirvo? - Diz pra mim, por favor!
Seu silêncio é um discurso perverso...
Perdão, meu senhor, isso não é amor!
Em que se resume o meu universo?

Em dias vazios, em noites de solidão.
Em sonhos tolos atirados ao vento.
Uma vítima imolada sem explicação...
Atirada ao calabouço do sofrimento!

Que tempos são Esses?

Prosa e poesia

Que dias são esses?
Que tempos são esses?
Que morre o brilho do olhar...
Morre a voz na garganta... Morre a alegria...
O sorriso morre nos lábios para não mais voltar!
Que tempo é este de tanta agonia?
Tempo de imensa covardia!
De falsos juramentos e tantas hipocrisias!!!
De pessoas enfermas a blasfemar!
Que tempos são esses que se fala em Deus
Para ferir, trair e matar?
Tempo de safadezas e pilantragens
Por todos os lados em qualquer lugar!
O que será das crianças, dos idosos,
Dos animais, das flores?
Num tempo tão calamitoso...
De ódio contagioso!
De amizades rasas, de egos inflados...

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